FENAPO 2007
Já estão abertas as inscrições para o FENAPO 2007.
Clique aqui e saiba como participar.
Um forte abraço
Já estão abertas as inscrições para o FENAPO 2007.
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Um forte abraço
(música tema do Festival de Poesia 2006)
Derramar versos, desenhar palavras e pintar poesia.
Não sei se isso é poético, não sei quem sou.
Queria entender como se sustentam as estrelas do céu.
Por que a água da terra não derrama no espaço
Queria entender a vida, o outro, o vento.
Queria falar com o barulho das águas e saber porque
Os pássaros cantam
e não fazem sucesso
Queria ser um pingo de chuva, um raio de luar
Um sol na janela, uma pétala de rosa
Um perfume de flor, um silêncio na escuridão e
Um vazio no nada.
Não sei se isso é poético.
Não quero saber.
É assim.
Foi assim
Vai ser assim.
autor: Eliabe Vicente
Foi de forma simples e intimista, despretensiosa, dando continuidade a forma de apresentação feita durante os dias de apresentação. Os troféus foram transformados em símbolos, ou seja, a conotação deu um significado todo especial, pois ao receber a peça em acrílico com o desenho do FENAPO feito a mão, aquilo deixou de ser apenas um trofeu pelo reconhecimento do trabalho do artista e passou a ser um símbolo de contribuição pela arte.
Pessoas anônimas do público participaram entregando os troféus aos vencedores. Teve muita emoção e choro, como a do Felipe Escalco, que através do Grupo Arroz com Feijão, foi contemplado com o Prêmio Especial do Juri como o melhor Grupo com interesse em estudar teatro e poesia.
A emoção e o choro do integrante do Grupo Rabo de Kalango Edinho Carvalho, que ao passar a mensagem não se conteve e diante do brilhantismo da platéia e de todos os participantes do evento.
Vítor Bassi e Eliabe Vicente revezaram-se na condução do evento de encerramento que contou ainda com apresentações não concorrentes da Trupitrambique, Cia Entreatos e de Grupo de Dança de Rip Rop. A abertura do evento foi feita por um jovem declamador ao som de um violão Celo, velas e pouca luz e uma excelente sensação de poesia no ar….
Confira a lista com os vencedores do Festival Nacional de Poesia de 2006:
MELHOR VÍDEO-POESIA:
não houveram inscrições
MELHOR POESIA ESCRITA (Categoria Infantil):
não houveram inscrições
MELHOR POESIA ESCRITA (Categoria Juvenil):
1º Lugar:
Poesia: Vida
Autor: Carlos Eduardo Costa
2º Lugar:
Poesia: É Ilusão
Autor: Elias da Rocha Cruz![]()
3º Lugar:
Poesia: Pássaros em Liberdade
Autor: Jesus Torres
MELHOR POESIA ESCRITA (Categoria adulto):
1º Lugar:
Poesia: Chapéu Mexicano
Autor: Luis Vilela
2º Lugar:
Poesia: Pai
Autor: Natália Cristiane Nakamura
3º Lugar:
Poesia: Olhar de Luar
Autor: Eduardo Alvarenga Pereira
1º Lugar:
Declamador: José Daniel Veloso
Poesia: Sonho
Autor: José Daniel Veloso![]()
2º Lugar:
Declamador: Jonas Torquato de Melo
Poesia: Trajeto
Autor: Jonas Torquato de Melo
3º Lugar:
Declamador: Antônio Barea Torres
Poesia: Pássaros em Liberdade
Autor: Adriano Torres![]()
CATEGORIA ENCENADA:
Prêmios Técnicos
Melhor Iluminação:
Grupo: Cia Teatral Bambaré/Quem nos dera cuspir fogo
Poesia: Devaneio
Autor: Adriano Veríssimo
Iluminador: Adriano Veríssimo
Melhor Figurino:
Grupo: Encontro das águas
Poesia: Pra falar de Pandora ou Será Eva?
Autor: Marili Alexandre
Figurinista: O grupo
Melhor Cenário:
Grupo: Encontro das águas
Poesia: Pra falar de Pandora ou Será Eva?
Autor: Marili Alexandre
Cenógrafo: O grupo
Melhor Sonoplastia/trilha sonora:
Grupo: Os andantes
Poesia: Mensagem à poesia / Ausência
Autor: Vinícius de Moraes
Sonoplasta: O grupo
Melhor Maquiagem:
Grupo: Cia Teatral Bambaré/Cia Teatral Quem Nos Dera Cuspir Fogo
Poesia: Devaneio
Autor: Adriano Veríssimo
Maquiador: Adriano Veríssimo
Outros prêmios
Melhor Ator Coadjuvante:
Ator: Vando Gildo
Grupo: Os Andantes
Poesia: Menságem à Poesia
Autor: Vinícius de Moraes
Melhor Atriz Coadjuvante:
Atriz: Caroline Viana
Grupo: Cia Teatral Bambaré/Cia Teatral Quem Nos Dera Cuspir Fogo
Poesia: Devaneio
Autor: Adriano Veríssimo
Melhor Ator:
Ator: Hugo Henrique Leme
Grupo: Cia Teatral Bambaré/Cia Teatral Quem Nos Dera Cuspir Fogo
Poesia: Devaneio
Autor: Adriano Veríssimo
Melhor Atriz:
Atriz: Ana Paula Justino
Grupo: Cia Teatral Bambaré/Cia Teatral Quem Nos Dera Cuspir Fogo
Poesia: Devaneio
Autor: Adriano Veríssimo![]()
Melhor Direção:
Diretor: Marcos Sanchez
Grupo: Entreatos
Poesia: Flôr Atormentada
Autor: Florbela Espanca e Marcos Sanchez![]()
Melhor Encenação:
1º Lugar:
Grupo: Cia Teatral Bambaré/Cia Teatral Quem Nos Dera Cuspir Fogo
Poesia: Devaneio
Autor: Adriano Veríssimo
2º Lugar:
Grupo: Entreatos
Poesia: Flôr Atormentada
Autor: Florbela Espanca e Marcos Sanchez
3º Lugar:
Grupo: Química perfeita
Poesia: Procura-se
Autor: desconhecido![]()
PRÊMIO ESPECIAL DO JURI
(Bom conjunto, grupos que despertaram muito interesse em ampliar seus conhecimentos em teatro e poesia):
Grupo: Arroz com feijão
Poesia: O caso do vestido
Autor: Carlos Drummond de Andrade![]()
O quinto dia de Festival teve abertura do grupo Química Perfeita com o espetáculo Procura-se, de autoria desconhecida, dirigido por Bela Souza e Marcos Vinícius.
Uma excelente encenação. Levesa, sentimento e muita poesia foram transmitidos pelos atores de Procura-se. O Química Perfeita encontrou a formula certa.
Na categoria declamada recebemos José Daniel Veloso, com a poesia Sonho de autoria própria
O Declamador é um jovem senhor que carrega em sua voz, em seu sentimento e em suas poesias um fiel retrato de sua vida e experiência.
Simplicidade e poesia marcaram sua apresentação.
O encerramento do Festival ficou por conta do grupo Cia. Teatral Bambaré, com o espetáculo Devaneio, dirigido e escrito por Adriano Veríssimo.
Um excelente grupo. Uma excelente encenação. Trabalho de ator, simbolismo, sentimento poético e coerência cênica marcaram a apresentação do grupo, que mostrou no palco rumo e maturidade.
Na abertura da segunda semana do FENAPO tivemos um bom público.
A primeira apresentação foi do grupo Encontro das Águas com o espetáculo Pra falar de Pandora ou Será Eva?, de Marili Alexandre.
O grupo formado por freqüentadores da biblioteca municipal Monteiro Lobato, subiu ao palco com um excelente figurino, maquiagem e um belo elenco. O grupo mesclou diversas poesias, apresentado uma encenação com belas figuras poéticas.
Na seqüência, Giancarlo Mastronardi declamou uma poesia de própria autoria: Silenciosa Saudade. Uma apresentação simples sem grandes novidades.
O terceiro espetáculo da noite foi do grupo Depois da Última vez, com Moldura do Fico, escrita e dirigida por Adriano Torres.
O espetáculo realizou uma volta ao Brasil colonial, mostrando figuras indígenas, colonizadores, caça, pesca e finalizando com a música conhecidíssima do Cazuza: "Brasil mostra a sua Cara", uma poesia de protesto transformada em encenação modesta nos quesitos figurinos e cenário, mas com uma boa trilha sonora e musical, apresentando também música ao vivo com o quitarrista Jefferson Torres.
Terceiro dia de FENAPO, que alegria!
O Grupo Arroz com feijão serviu no palco um prato cheio com a apresentação O Caso do Vestido (dirigido por Felipe Scalco) encantou com belas canções de Chico Buarque e poesia do poeta Carlos Drummond de Andrade.
Comparado com o cenário e figurino a interpretação foi simples, mas cheia de emoção, ao final foram aplaudidos de pé!
O clima deixado pelo grupo foi mantido com a declamação de Antonio Barea Torres, mecânico, morador da zona norte de Osasco que declamou a poesia Pássaros em Liberdade, de autoria do seu filho Adriano Torres.
Após deixar o palco o Sr. Antonio pode conferir conosco a declamação de um jovem pernambuncano, recém chegado em São Paulo, que com seu vozeirão e jeito único de declamar presenteou o público com uma linda apresentação vinda das letras de Carlos Drummond de Andrade. Alder declamou José.
O encerramento da noite e da primeira semana do Festival de Poesia ficou com por conta do grupo Eu não sei fazer poesia, com o espetáculo O Compadre da Morte, dirigido e escrito por Lucas Poggi e inspirado em um conto de Cordel
Com sotaques e costumes regionais nordestinos o grupo conseguiu tirar gargalhadas do público. Uma encenação cômica e com um cenário que ocupava todo o espaço cênico. Destaque para as velas acesas postadas no centro do palco.
Este foi um resumo do que aconteceu essa semana no Festival de Poesia, se você perdeu, não se preocupe, semana que vem tem mais!
Para quem deseja adquirir o DVD do Festival, entre em contato com o Edinho Carvalho (edinhocarvalho@hotmail.com) e peça o seu!
Fecho esse post com duas poesias visuais (simples) uma do Arnaldo Antunes (sim! ele é poeta e artista visual) e outra do Paulo Leminski.
Um forte abraço e até a próxima semana!
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Uma noite fria recebeu o Festival de Poesia. O público tímido aos poucos foi chegando e aquecendo o ambiente, o que ninguém sabia é que a noite seria explosiva!
E quem trouxe o “bummmm” foi o primeiro grupo do sábado, o Notas & Letras com o espetáculo O Medo (poema de Carlos Drummond de Andrade, dirigido por Gislaine Pereira)
Com um bom trabalho de expressão corporal e dança, trouxeram uma encenação coreografada, sem cenário e pouco figurino, o tom sombrio do espetáculo foi apimentado com o efeito especial para mostrar o uma explosão.
Recuperados do susto, presenciamos a linda declamação do senhor Jonas Torquato de Melo, que declamou um poema de própria autoria: Trajeto. Roubando a cena e emocionando o público.
Para encerrar a noite, um espetáculo acarinhado de música, romantismo e uma bela coreografia. O grupo Os Andantes, dirigido por Rosanah Antão encenou Mensagem à poesia / Ausência, duas poesias do “poetinha” Vinícius de Moraes. Primando pela simplicidade, sem cenário e com um figurino limpo, fizeram o casamento perfeito entre imagem e som.
O FENAPO, Festival Nacional de Poesia de Osasco é realizado pelo Grupo Rabo de Kalango e não tem fins lucrativos. Formado por jovens voluntários a serviço do fomento e desenvolvimento da arte e da literatura. Amadores, no sentido mais literal da palavra, pois fazem com amor. Os integrantes do grupo trabalham em empresas privadas e não possuem vínculo com nenhum partido político e nenhuma entidade.
Grupo Rabo de Kalango promove o Festival há sete anos e nunca cobrou inscrição e nem tão pouco ingresso do público, tudo é de graça, por que entendem que a cultura deve ser democrática e de acesso a todos. Participam desse evento operários, estudantes, artistas profissionais e amadores, pessoas simples e comuns, por que o objetivo é colocar cada vez mais, você em cena.
Feitas as devidas apresentações, posso dizer que a sexta-feira prometeu! Foi uma surpresa atrás da outra.
Dentro do teatro o público foi recepcionado com a música Não sei se isso é poético, de Eliabe Vicente e musicada por Edinho Carvalho.
Este ano temos como apresentadores o Eliabe Vicente e o Edinho Carvalho (sim! Os rapazes da poesia Não sei se isso é poético, que ganhou o prêmio na categoria escrita do Festival de Poesia de São José do Rio Preto em 2000).
O grupo que teve a honra de abrir o Festival de Poesia veio da cidade de São Paulo e chama-se Entreatos. Com o espetáculo Flor Atormentada, escrita por Florbela Espanca e Marcos Sanchez (este último também fez a direção), desenvolveram uma excelente encenação. No palco nada de cenário, apenas atores e figurino que desenhavam formas gregas e outros desenhos recheados de poesias. Boas imagens poéticas e uma excelente interpretação.
Na categoria declamada, tivemos a alegria de receber Elias da Rocha Cruz, que declamou uma poesia própria, intitulada Ser Poeta. Um garoto de ouro, vindo da periferia de Osasco leu no Jornal e resolveu participar do Festival. Nunca havia escrito poesia e nunca havia declamado antes!!!
Pois é, sempre existe a primeira vez, e, para Elias e para o público presente, foi inesquecível. É o FENAPO democratizando, incentivando e abrindo oportunidades para todos!!!
A segunda surpresa da noite veio de um palhaço.
Calma, eu explico… Vando declamou (sem concorrer) a poesia Ser Palhaço, emocionado, chorou ao final de sua declamação, afinal estava falando de sua própria vida, o Vando que é conhecido como o palhaço Rapadura. Imagina ele chorando? Isso é Poético…..
Para encerrar as apresentações da noite o grupo Fênix, dirigido por Rodrigo Maia, encenou O Tempo (composto de diversas poesias)
Com muita ousadia, o espetáculo minimalista, onde o tempo era o tema central da encenação:
"O Tempo perguntou pro tempo quanto tempo o tempo tem…"
As repetições das cenas e do texto, fizeram a platéia refletir sobre o tempo o tempo todo.
Diferente da primeira montagem, o Grupo Fênix usou e abusou e ocupou o palco todo com cenários que lembram ou fazem referência ao relógio, principal elemento de contagem do tempo…
Parabéns Rodrigo Maia!
Não podemos deixar de agradecer aos nossos patrocinadores: Acril World, Osasco Plaza Shopping, SECOR (Sindicato dos Comerciários de Osasco e Região) e o Toninho, por ter cedido este espaço para realização do evento, sem eles nada disso seria possível!
Um abraço à todos e até o próximo!
Atendendo aos inumeros pedidos, o Festival de Poesia terá suas inscrições prorrogadas!
Portanto, você que ainda não fez sua inscrição poderá fazer até
02/10/2006
Essa é sua última chance!
Não perca tempo e PARTICIPE!!!
Boa Sorte
Olá Pessoal,
A Ficha de Inscrição para o Festival de Poesia já está disponível.
Não perca tempo!
Clique aqui e faça o download.
Boa Sorte!